segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Escola 3.0

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Você já ouviu falar na Escola 3.0? 

Que as evoluções tecnológicas têm colocado o mundo moderno em constante transformação é sabido por todos. Contudo, embora haja tantas inovações no dia a dia há décadas, é recente a mudança na educação. Conheça mais sobre a Escola 3.0 a seguir.
Sabe-se que o primeiro modelo de ensino-aprendizagem, a educação 1.0, estabeleceu um padrão de ensino em que o professor ensinava para um grupo pequeno de estudantes ou até para um único aluno.
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Após a Revolução Industrial, passou a ser obrigatória a universalização do ensino e, então, um novo sistema foi criado. Surgiu a educação 2.0, em que um professor ensinava dezenas de alunos ao mesmo tempo.
Com a evolução da tecnologia e muitas outras mudanças de paradigma que estão acontecendo, apesar de ainda estar em sala de aula com dezenas de alunos, o papel do professor mudou. Surge então a escola 3.0. Ficou curioso sobre esse novo modelo de ensino? Então continue lendo e entenda por que a educação tem seguido por esse caminho. Confira!

O que são os modelos 1.0 e 2.0 de educação?

A educação 1.0 se tratava de um modelo aparentemente mais simples, em que o professor ensinava apenas um determinado grupo de pessoas, normalmente nobres e intelectuais. No entanto, era uma educação excludente e diversos fatores daquela época contribuíram para que esse modelo fosse, aos poucos, modificado.
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Surgiu então a educação 2.0, em que o professor ensinava dezenas de estudantes. Porém, esse modelo também apresentou problemas. Com o aumento no número de alunos, a educação precisou ser sistematizada de acordo com moldes que não atenderiam a todos, mas a uma maioria.
Desse modo, a porcentagem da população com acesso à educação aumentou, só que a quantidade de estudantes com dificuldades de aprendizado também cresceu exponencialmente.
Nesse modelo, assim como no anterior, o professor é considerado o detentor do conhecimento e sua função é transmitir esse conhecimento aos alunos.

O que é a educação 3.0?

O mundo não para de mudar, dando espaço para novas necessidades surgirem. O modelo tradicional de educação já não atende às necessidades dos alunos e da sociedade como um todo.
Além disso, com o advento da internet, o conhecimento está em todo lugar e o aluno pode buscá-lo pelo seu smartphone, tablet ou computador. Tudo isso contribuiu para a mudança no papel desse professor em sala de aula. Muito mais que detentor do conhecimento, esse profissional agora tem a função de ser um mediador do conhecimento, auxiliando os alunos a saber buscá-lo, apreendê-lo e utilizá-lo.

Quais são as vantagens que a escola 3.0 traz para os alunos?

As crianças e jovens terão autonomia para se encarregar de seu próprio aprendizado na escola 3.0, visto que a figura do professor será vista mais como alguém que tira dúvidas e aprofunda o aprendizado não precisarão apenas do professor para solucionar suas dúvidas ou aprender um novo conteúdo (já que terão diversos conteúdos disponíveis na internet para tanto). Com isso, o professor sai da sua posição de único detentor do saber e se posiciona horizontalmente em relação aos educandos, criando oportunidade para que o conhecimento possa ser construído coletivamente, com debates e construção de ideias.
Além disso, a personalização do ensino vai beneficiar as crianças e os adolescentes, visto que poderão explorar suas capacidades particulares, concentrando-se nas disciplinas que mais se destacam para aprimorar os conhecimentos. E aprender o básico em conjunto. O ensino personalizado é uma das grandes tendências educacionais e ele consiste em criar estratégias de ensino individualizadas.
Como é o aluno que decide quando e como estudar, além do conteúdo que deseja aprofundar seu conhecimento, é possível que ele escolha entre assistir a um vídeo na internet, ler um conteúdo em fonte online, discutir com colegas ou até mesmo ouvir um áudio sobre o tema. No entanto, essa liberdade tem algumas restrições, já que as opções precisam ser seguras (ou seja, serem verídicas e seguirem os padrões e a grade exigida pelo MEC), além de serem orientadas e mediadas pela instituição de ensino.
Cabe então a todos os envolvidos na educação continuar implementando mudanças que atendam às demandas das novas gerações, formando cidadãos não só conectados com a internet e as redes, mas com sua vida, carreira e sociedade.
in: escoladainteligencia.com.br
imagens :usergeneratededucation.wordpress.com

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

11 coisas que são construções sociais

https://www.theodysseyonline.com/social-constructs

What is a social construct?
Well, it is exactly as it sounds. It is something that is not inherently natural, but created by society. It is an extremely important concept in the social sciences because without them, society would not be the same. The constructs very much shape our lives. But we also shape them. If the existing society changed, new constructs would develop and old ones may weaken. Different societies have different constructs; what is the "norm" here may clash with what is the "norm" in another country.

1. Government

If government wasn't a social construct, there wouldn't be so many differing opinions on what is the "best type of government".

2. Race

"Race is not biological...There is no gene or cluster of genes common to all blacks or all whites. Were race “real” in the genetic sense, racial classifications for individuals would remain constant across boundaries."

3. Gender

Gender is not inherent. Genders are the socially constructed roles, behaviors, etc. that society considers appropriate for "men" and "women".

4. Femininity/Masculinity

Society tells us what is feminine/ masculine and how it can be displayed. The values tied to masculinity have been generally seen as superior to those associated with femininity.

5. Illness

Societies diagnosis differently, and treat the patients differently. Therefore, the concept of illness is constructed. If it wasn't there wouldn't be as much of a variety of treatments for the "same illness".

6. Marriage

The concept of marriage is not universal. Some versions are more inclusive than others.

7. Family

The stereotypical family dynamic varies from culture to culture; there is no inherent family structure.

8. Organized Religions

Among other things, organized religion was created by humans as a way of connecting to each other.

9. Technology

The importance and impact of technology isn't the same for every society. Some heavily rely on it, while some oppose it.

10. Deviance

Deviant behavior is extremely relative. One society may consider something to be wrong or different, while another may not.

11. Education

The process of learning is socially constructed. There is no universal outline for education. The values of a society play into the "education experience".

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Bitcoin, criptomoedas e carteira digital.

O que é a bitcoin?Resultado de imagem para bitcoin
É um tipo de dinheiro digital, que pode ser enviado electronicamente entre utilizadores em qualquer parte do mundo, sem necessidade de uma entidade central (como um banco). É a primeira e mais famosa das chamadas “criptomoedas”. Foi apresentada ao mundo em 2008, num artigo escrito por Satoshi Nakamoto, provavelmente um pseudónimo.

Para evitar que alguém utilize as mesmas bitcoin mais do que uma vez (um dos problemas do dinheiro digital), o sistema assenta numa base de dados distribuída – a chamada blockchain – que regista todas as transacções feitas, e que é mantida pelo esforço colectivo dos vários computadores ligados à rede.
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Como funciona a blockchain?
blockchain é uma base de dados descentralizada, que nasceu com a bitcoin, mas que é usada por outras moedas e também para fins que não pagamentos (o MIT, por exemplo, está a experimentar emitir diplomas).
Cada utilizador ligado à rede tem a sua cópia da blockchain. As novas transacções de bitcoins são agregadas em blocos e validadas pelos computadores ligados à rede, que competem para ver quem resolve mais rapidamente uma espécie de problema matemático. Quando isso acontece, um novo bloco de transacções é acrescentado à cadeia de blocos já existente, e todos os utilizadores assumem como fidedigna a cadeia mais longa.

Um dos problemas da blockchain das bitcoins é que as transacções demoram muito mais a serem processadas do que os pagamentos feitos no circuito financeiro tradicional.

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Como se obtêm bitcoins?
Há essencialmente três formas de obter bitcoins.
O computador que primeiro validar um bloco de transacções para o acrescentar à blockchain é recompensado com novas bitcoins – é esta a actividade a que normalmente se chama “mining”. O conceito é o de atribuir uma recompensa a quem gastou recursos (tempo, electricidade, capacidade de processamento) na manutenção da blockchain (também é possível cobrar uma taxa para validar transacções).

A maioria dos utilizadores compra bitcoins em bolsas online, que funcionam de forma semelhante às bolsas de acções, mas não são reguladas. É possível um utilizador usar mais do que uma destas “bolsas”, e os preços não são exactamente iguais nos vários serviços.
Outra opção é receber bitcoins de alguém. Por exemplo, como pagamento por um bem ou serviço.

Quais são os riscos da bitcoin?
Há vários. Por um lado, o valor da divisa varia muito e é possível ganhar ou perder uma fatia significativa do investimento em pouco tempo. Por outro, as bitcoins são ainda uma zona cinzenta em termos legais e não é certo o que vão decidir os reguladores e demais autoridades. Os bancos centrais de muitos países têm feito avisos sucessivos sobre o facto de as bitcoins serem um investimento de alto risco e não serem dinheiro verdadeiro.



O que são criptomoedas?Resultado de imagem para criptomoedas
As criptomoedas, ou altcoins, são divisas digitais que utilizam um sistema de encriptação para controlar a criação de moedas e a verificação de transacções. Não são, porém, um sinónimo de “dinheiro digital”: o conceito de usar dinheiro real para comprar tokens para utilizar num site ou jogo online existe desde a década de 1990, e as criptomoedas apenas nasceram com a bitcoin.
A inovação é que os métodos de criptografia permitem que não exista uma entidade central responsável pelo dinheiro digital. Está também aqui a a base de uma das grandes críticas ao sistema: como as criptomoedas não têm um repositório central, as autoridades não têm poder sobre elas. Muitas instituições financeiras preocupam-se que as divisas sejam apenas utilizadas para lavagem de dinheiro. Para os apoiantes, porém, as criptomoedas fomentam uma passagem do poder das instituições para os indivíduos

O que são carteiras digitais?Resultado de imagem para carteiras digitais
Neste contexto, as carteiras digitais são programas de computador que permitem receber e enviar criptomoedas como a bitcoin. Porém, contrariamente a “carteiras convencionais”, não armazenam moedas. A bitcoin, e as suas derivadas, não existem em qualquer formato para além de registos na base de dados distribuída chamada blockchain.
O que fica armazenado nas “criptocarteiras” são as chaves públicas e privadas dos donos, que permitem interagir com outros utilizadores da blockchain, e monitorizar o balanço de criptomoedas que têm. A chave pública permite que outras pessoas enviem criptomoedas e a chave privada permite recebê-las.

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O que é que se pode comprar com bitcoins?
Contrariamente às divisas convencionais – como o euro, a libra e o dólar – a bitcoin não é largamente aceite como uma forma de pagamento.
Existem, no entanto, empresas que já aceitam pagamentos em bitcoin. Alguns exemplos são a loja online da Microsoft (para pagar aplicações móveis e jogos para PC e Xbox), a Dell e algumas agências de viagem como a Air Lituanica e a Air Baltic, na Europa, e a CheapAir, nos EUA. 

 Fonte :  Jornal Público online Aqui